Sexta-feira, Fevereiro 28, 2003

Romantic-Sexy....
Your fantasies involve love, not lust. You are a
fantastic kisser, and for very good reason:
it's your favorite thing. You are sappy as
hell, and you don't care who knows it.
What's your brand of sexy?
brought to you by Quizilla
Romantic, romantic, romantic, romantic
What the hell, it MUST be the damn fever...
*
or not.
Ótimo fazer testes hoje. Depois sempre posso culpar a febre de 39 graus e boa.

Rock on. You're Courtney Love.
What sexy girl are you
brought to you by Quizilla

Hopelessly Romantic Geezer Named Alfred
What's Your Personality Type?
brought to you by Quizilla

Rock on. You're Courtney Love.
What sexy girl are you
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Hopelessly Romantic Geezer Named Alfred
What's Your Personality Type?
brought to you by Quizilla
*
Angels...
Miss mine.
Momento descontrol.
Em meio à febre que não passa, decidi que quero perder 5 quilos em 11 dias.
Meninas, ajudem-me. Receitas milagrosas, promessas, simpatias ou coisa que o valha, já, nos comments.
Sim, faço exercícios três vezes por semana, incluindo doses homéricas de localizada com personal trainer e tudo.
E não, não tenho medo de dietas - podem mandar bala.
Aguardo sugestões.
*
Obrigada.
*
Esse dia TEM que valer pra alguma coisa, juro.
Em meio à febre que não passa, decidi que quero perder 5 quilos em 11 dias.
Meninas, ajudem-me. Receitas milagrosas, promessas, simpatias ou coisa que o valha, já, nos comments.
Sim, faço exercícios três vezes por semana, incluindo doses homéricas de localizada com personal trainer e tudo.
E não, não tenho medo de dietas - podem mandar bala.
Aguardo sugestões.
*
Obrigada.
*
Esse dia TEM que valer pra alguma coisa, juro.
Incendeio.
Em febre, em saudade, em palavras que escorrem na sangria. As palavras que muitas vezes me salvam, as palavras que me levam pra outro corpo que não é o meu.
Incendeio e está tudo bem porque não estou aqui, e não sinto mais febre ou saudade. Incendeio.
*
Não sou tépida, não sou morna, o mundo não é feito para os mornos
*
E o tecido flamante do verbo escorre pelos meus dedos ferventes.
*
*
*
Diazinho meia-boca.
Febrão. Virose. Pessoas idiotas.
*
Saudade. Distância. E eu que viro água.
*
Sis, tua volta é um alento. Funny, teu presente é uma bênção. Lanitcha, tuas mensagens são carinhos.
*
Um breve desabafo de uma velha rabugenta. Obrigada.
Em febre, em saudade, em palavras que escorrem na sangria. As palavras que muitas vezes me salvam, as palavras que me levam pra outro corpo que não é o meu.
Incendeio e está tudo bem porque não estou aqui, e não sinto mais febre ou saudade. Incendeio.
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Não sou tépida, não sou morna, o mundo não é feito para os mornos
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E o tecido flamante do verbo escorre pelos meus dedos ferventes.
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Diazinho meia-boca.
Febrão. Virose. Pessoas idiotas.
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Saudade. Distância. E eu que viro água.
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Sis, tua volta é um alento. Funny, teu presente é uma bênção. Lanitcha, tuas mensagens são carinhos.
*
Um breve desabafo de uma velha rabugenta. Obrigada.
Quarta-feira, Fevereiro 26, 2003
O que urge agora é entender profundamente uma coisa.
Tentar entender onde foi que errei e pedir perdão por ter errado é admirável.
Tentar que as pessoas entendam, sem que queiram, onde foi que erraram, e esperar que elas peçam perdão por terem errado é besteira.
Pedir perdão por elas é burrice.
*
*
Parar de oferecer meu pescoço o tempo inteiro.
Um dia ainda encontro um vampiro ou um carrasco.
************************************************************
Tentar entender onde foi que errei e pedir perdão por ter errado é admirável.
Tentar que as pessoas entendam, sem que queiram, onde foi que erraram, e esperar que elas peçam perdão por terem errado é besteira.
Pedir perdão por elas é burrice.
*
*
Parar de oferecer meu pescoço o tempo inteiro.
Um dia ainda encontro um vampiro ou um carrasco.
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Terça-feira, Fevereiro 25, 2003
Quanto mais te penso menos te sei
Porque nem sei se quando te olho estás ali
Se é pra ti que olho, se é aqui que estás
Se és tu - se estás.
*
A idéia é mais palpável, às vezes.
A idéia que inflama.
*
Vou me fazendo medo e muralha.
*
Circunvoluções do instante em torno à lua,
que ela mesma não passa de uma idéia
colorida de sépia e amarelada pelos outros pensamentos.
***
Porque te amo
Deverias ao menos te deter
Um instante
Como as pessoas fazem
Quando vêem a petúnia
Ou a chuva de granizo.
Sábado, Fevereiro 22, 2003
CABRUM. E o trovão, à distância. E o relâmpago, que ilumina o quarto.
E a cada estrondo me escondo, mais e mais, pra dentro do lençol escuro.
CABRUM. E treme o céu e treme a terra e treme o meu corpo de medo.
*
E 1,2,3, CABRUM, e 1,2, CABRUM, e se diminuiu a contagem é porque a tempestade está chegando cada vez mais perto. E eu sei que está chegando mas não deixo de contar, e 1, CABRUM, e já não se sabe onde termina o lençol escuro e onde começam os meus pensamentos que não acabam nunca.
*
Queria mesmo ser uma, apenas uma, com meu cavalo marrom. Cavalos adoram correr na chuva, e quando estou sobre meu cavalo eu também adoro. E o cavalo está lá dentro de mim em algum lugar, e, sinceramente, acho mesmo que quem está contando 1,2,3, é ele. O cavalo, louco pra me ver atordoada pela densidade da chuva.
*
O cavalo que chama a chuva e ao mesmo tempo me protege. Couraça às avessas, escudo interno. Meu cavalo, o que há de mais kitsch e mais infantil e mais puro dentro de mim. Talvez meu único pedaço que, por não me pertencer, seja meu. Até o fim.
*
*
Sexta-feira, Fevereiro 21, 2003
E é uma coisa meio Ladyhawk, que quando um eu meu acorda um outro eu meu vai dormir e eles nunca nunca se encontram. Um sabe que o outro existe, mas o outro desconhece que o um já nasceu, desconhecendo, inclusive, que ele mesmo vive há tantas dezenas de anos.
*
Saio de casa, de novo. Esse festival tom-e-jerry de eu correndo atrás de mim mesma cansa. Correr atrás do próprio rabo, chega. Junta os dois "eus" num pacote pra viagem, por favor, moço, obrigada, volto sempre, sim.
*
Saio de casa, de novo. Mas desta vez de malas na mão e com a chave no bolso.
**********************
************
Quarta-feira, Fevereiro 19, 2003
E sim, todo o silêncio é mudo;
E sim, todo o medo dói;
E sim, sou essa que dá a cara a tapa pras palavras.
*
E sim, tomo as duas mãos do verbo;
E sim, me enlaço na estrutura e é nela que me sustento;
E sim, a transparência cruel me serve de sangria.
*
E não. Eu não sei falar não.
Terça-feira, Fevereiro 18, 2003
Refolheei-me.
Desfolhei.
*
Refolhear o já escrito. Desfolhar por cima. Cair feito folha amarelada, queimada, quebrada, sobre as folhas defloradas do papel manchado, desvirginado, rasgado, carcomido. Frutificar, ninguém sabe, tentarei?, já tentei, tô cansada, o papel não reflete mais nada.
*
Antes fosse folha d´água, antes fosse espelho, antes fosse qualquer coisa que refletisse, mas há o papel sujo de tinta, e as folhas caídas sobre ele. Não se vê mais nada.
*
O galho áspero que teima em balançar sobre o peito de quem pensa. O galho que arranha. Que arrasta, que arrasa, que arranca. O galho onde não se pousa, o galho inquieto, parte de um tronco sólido e firme e grosso, que impõe sua presença no terreno verde.
*
*
E a folha amarelada. Caída. Sobre a folha branca deflorada pela tinta.
*
Refolhear? Desfolho.
Desfolhei.
*
Refolhear o já escrito. Desfolhar por cima. Cair feito folha amarelada, queimada, quebrada, sobre as folhas defloradas do papel manchado, desvirginado, rasgado, carcomido. Frutificar, ninguém sabe, tentarei?, já tentei, tô cansada, o papel não reflete mais nada.
*
Antes fosse folha d´água, antes fosse espelho, antes fosse qualquer coisa que refletisse, mas há o papel sujo de tinta, e as folhas caídas sobre ele. Não se vê mais nada.
*
O galho áspero que teima em balançar sobre o peito de quem pensa. O galho que arranha. Que arrasta, que arrasa, que arranca. O galho onde não se pousa, o galho inquieto, parte de um tronco sólido e firme e grosso, que impõe sua presença no terreno verde.
*
*
E a folha amarelada. Caída. Sobre a folha branca deflorada pela tinta.
*
Refolhear? Desfolho.
Segunda-feira, Fevereiro 17, 2003
Meu catavento tem dentro o que há do lado de fora do teu girassol
Entre o escancaro e o contido eu te pedi sustenido e você riu bemol
*
Nenhum dos dois se entrega, nós não ouvimos conselho:
Eu sou você que se vai no sumidouro do espelho
*
Eu sou do Engenho de Dentro e você vive no vento do Arpoador
Eu tenho um jeito arredio e você é expansiva (o inseto e a flor)
*
Nos dias de carnaval aumentam os desenganos:
Você vai pra Parati e eu pro Cacique de Ramos
*
Meu catavento tem dentro o vento escancarado do Arpoador
Teu girassol tem de fora o escondido do Engenho de Dentro da flor
Eu sinto muita saudade, você é contemporânea
Eu penso em tudo quanto faço, você é tão espontânea!
*
Sei que um depende do outro só pra ser diferente, pra se completar
Sei que um se afasta do outro no sufoco somente pra se aproximar
*
Cê tem um jeito verde de ser, e eu sou meio vermelho
Mas os dois juntos se vão no sumidouro do espelho
Sexta-feira, Fevereiro 14, 2003
"AMANTE é "aquilo que nos apaixona". É o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir. O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta. É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida. Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro mas que nos desperta as maiores paixões e sensações indescritíveis.
Enfim, é "alguém" ou "algo" que nos faz "namorar" a vida e nos afasta do triste destino de "durar".
E o que é "durar"? Durar é ter medo de viver. É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é a preocupação com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.
Durar é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo contentar-se com a incerta e frágil sugestão de que talvez possamos fazer amanhã.
Por favor, não se empenhe em "durar", procure um amante, seja também um amante e um protagonista ... da vida. Pense que o trágico não é morrer; afinal a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém.
O trágico é não se animar a viver; enquanto isso, e sem mais delongas, procure um amante... A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental: "Para se estar satisfeito, ativo e sentir-se feliz, é preciso namorar a vida."
Dr. Jorge Bucay
Tradução do original "Hay que buscarse un amante")
*
Pois bem.
Ele é isso pra mim. O meu amante. O que me apaixona, o que me faz namorar a vida.
*
Ele está no beijo do aeroporto, em como me abraça com o antebraço, nos contornos da sua boca de mouro. Ele é o cheiro de madeira, o gosto de leite, os olhos escuros. Ele me ama quando me escuta, quando me lê, quando abraça minha filha e quando minha filha diz "te amo" pra ele - e eu vejo nos olhinhos dela que ela está feliz como nunca. Ele é o travesseiro que faz "tchuf", é a risada que eu dou de mim mesma, ele é o cabelo molhado e comprido e escuro e arquetipicamente masculino, é o barulho do vento e a imitação tão perfeita do barulho do vento, ele é o estouro das caixas de luz de madrugada, é o carinho nos cabelinhos da minha nuca quando eu não estou dormindo mas finjo que estou pra ele não parar de acarinhar. Ele é o homem que não tem medo de amar, de se mudar, de me abraçar como escolha; ele é o homem-lobo que me leva para passear no lado mais escuro da floresta só pra me mostrar que "olha, dá medo, não dá? Mas você pode porque eu posso e a gente está de mãos dadas". Ele está na guerra de sorvete cor-de-rosa e branco, está em tudo que é azulzinho, está na vontade que eu tenho de comprar lasanha pra ele ficar feliz de domingo. Ele é a brincadeira de barulhinhos de boca, é o hashi com que a gente se deleita de salmão, é o cheiro de girassol do óleo do banho, é o amor incondicional que ele tem pelas pessoas que ele ama. Ele está no ato de ir ao aeroporto ficar 4 horas com uma das pessoas que ele mais ama no mundo, ele é a generosidade na carne, ele é os detalhes, ele é meu tudo.
*
Feliz Valentine´s Day, meu Lobo.
Disse nesse blogue que queria estar em cima de uma pedra tomando sol, ou dentro de um poço de água gelada.
Então - você é minha pedra, meu sol, meu poço, minha água.
Te amo TUDO.
A.
Enfim, é "alguém" ou "algo" que nos faz "namorar" a vida e nos afasta do triste destino de "durar".
E o que é "durar"? Durar é ter medo de viver. É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é a preocupação com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.
Durar é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo contentar-se com a incerta e frágil sugestão de que talvez possamos fazer amanhã.
Por favor, não se empenhe em "durar", procure um amante, seja também um amante e um protagonista ... da vida. Pense que o trágico não é morrer; afinal a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém.
O trágico é não se animar a viver; enquanto isso, e sem mais delongas, procure um amante... A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental: "Para se estar satisfeito, ativo e sentir-se feliz, é preciso namorar a vida."
Dr. Jorge Bucay
Tradução do original "Hay que buscarse un amante")
*
Pois bem.
Ele é isso pra mim. O meu amante. O que me apaixona, o que me faz namorar a vida.
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Ele está no beijo do aeroporto, em como me abraça com o antebraço, nos contornos da sua boca de mouro. Ele é o cheiro de madeira, o gosto de leite, os olhos escuros. Ele me ama quando me escuta, quando me lê, quando abraça minha filha e quando minha filha diz "te amo" pra ele - e eu vejo nos olhinhos dela que ela está feliz como nunca. Ele é o travesseiro que faz "tchuf", é a risada que eu dou de mim mesma, ele é o cabelo molhado e comprido e escuro e arquetipicamente masculino, é o barulho do vento e a imitação tão perfeita do barulho do vento, ele é o estouro das caixas de luz de madrugada, é o carinho nos cabelinhos da minha nuca quando eu não estou dormindo mas finjo que estou pra ele não parar de acarinhar. Ele é o homem que não tem medo de amar, de se mudar, de me abraçar como escolha; ele é o homem-lobo que me leva para passear no lado mais escuro da floresta só pra me mostrar que "olha, dá medo, não dá? Mas você pode porque eu posso e a gente está de mãos dadas". Ele está na guerra de sorvete cor-de-rosa e branco, está em tudo que é azulzinho, está na vontade que eu tenho de comprar lasanha pra ele ficar feliz de domingo. Ele é a brincadeira de barulhinhos de boca, é o hashi com que a gente se deleita de salmão, é o cheiro de girassol do óleo do banho, é o amor incondicional que ele tem pelas pessoas que ele ama. Ele está no ato de ir ao aeroporto ficar 4 horas com uma das pessoas que ele mais ama no mundo, ele é a generosidade na carne, ele é os detalhes, ele é meu tudo.
*
Feliz Valentine´s Day, meu Lobo.
Disse nesse blogue que queria estar em cima de uma pedra tomando sol, ou dentro de um poço de água gelada.
Então - você é minha pedra, meu sol, meu poço, minha água.
Te amo TUDO.
A.
Segunda-feira, Fevereiro 10, 2003
E dia 14 de fevereiro é dia de São Valentim, o dia dos namorados de todo o mundo menos de nós tupiniquins. E como eu sou tão tontamente romântica e isso parece me ser uma grande desgraça já que, caramba, quem sou eu, um alien neste mundo?, já que, caramba, espelho espelho meu, existe alguém no mundo romântico como eu, então já me emociono de antemão, já fico na expectativa de um dia tão lindo, mesmo não sendo minha realidade, mas enfim, acho mesmo que minha realidade não é nem dia 12 de junho nem outro dia.
*
O que bate forte no peito pela nuvem romântica e úmida da expectativa de um dia doce e quente ninguém me tira, e é meu e eu gosto. Gosto do meu peito se afoguear em expectativa. Gosto da sensação apimentada, gosto da "ruborescência" do que sinto, gosto do cheiro de terra a que isso me remete.
*
Queria passar meu Valentine´s Day mergulhada no Poço das Fadas, ou sob o sol, sobre uma pedra grande e plana e quente, no Matutu.
*
Domingo, Fevereiro 09, 2003
Objects in the rear view mirror may appear closer than they are.
Objetos no espelho retrovisor podem parecer mais próximos do que realmente estão.
*
Isso é uma maldição ou um alento?
Quarta-feira, Fevereiro 05, 2003
Sounds&Soul, queridos, amei tanto essa menininha aí que virou o logo do meu blogue. Tanto. Vocês não sabem o que é ver que a imagem que eu passo pra vocês é essa, enfim, essa imagem doce e ingênua que me apraz mais que qualquer outra. A gente não se conhece, a gente nunca se falou ao menos, mas taí, essa doçura de vocês também é tão transparente pra mim.
*
Queridos. Vocês aí em outro Estado (Estado inclusive do qual tenho tantos motivos para gostar...). Mas receber uma coisa dessas é mais gratificante às vezes do que receber um beijo afetuoso.
*
PS. Os comments sumiram? Alguém sabe se o Haloscan deu pau? Dá pra alguém me responder por email (alesie@uol.com.br)? Obrigada!
*
Queridos. Vocês aí em outro Estado (Estado inclusive do qual tenho tantos motivos para gostar...). Mas receber uma coisa dessas é mais gratificante às vezes do que receber um beijo afetuoso.
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PS. Os comments sumiram? Alguém sabe se o Haloscan deu pau? Dá pra alguém me responder por email (alesie@uol.com.br)? Obrigada!
Então. Ontem eu vi minha Soul Sister. A minha irmãzinha que eu amo tanto, minha amiga de tanto tempo, aquela que mora ali no lugarzinho mais gostoso do meu coração, junto com talvez outras duas ou três pessoinhas.
A gente riu tanto e comeu sushi e sashimi e shiitake e ela disse "só quero saber como você está, se você está feliz", e aí a gente quase chorou e depois também fiquei feliz porque vejo nos olhos escuros da minha Sistah a felicidade dela, aquela felicidade que a deixou tão mais bonita - e olha que ela sempre foi A MAIS bonita. Agora está meio até que absurda de linda.
*
E aí então eu descobri que ela, depois de ver meu blogue na semana passada, também resolveu fazer um blogue. O lado chato disso é que ela fez no blogger.com.br, que eu não acesso nem a pau. Por algum motivo. Que me irrita. E que por isso não vou pensar mais nele.
*
Mas então eu fiquei tão feliz, porque isso vai diminuir a distância entre a gente, que afinal são quase 2 mil quilômetros, e não é fácil pra quem se gosta tanto.
*
Visitem o blogue da minha Sistah Dea.
*
E pelamordedeus, me digam o que tem lá, porque eu não consigo entrar. Humpf.
*
PS. Sounds, você também vê no título a palavra "CPensieri", tipo, com um "C" ali??? Help!
Segunda-feira, Fevereiro 03, 2003
Uma noite sincera.
Uma noite sincera a ponto de ocultar a lua.
Ou nem ocultou, mas nem quis ou nem tive a oportunidade de ir na sacada olhar se a lua estava ali como testemunha de algo.
A lua nem poderia ser classificada como testemunha posto que reina absoluta.
*
Ou reinava.
*
Sorry, lua, a alegria do meu Lobo em sua sinceridade te ofuscou por esta noite.
*
Talvez mais tarde.
*
Obrigada.
E seus olhos tinham estado fechados até então. Olhos virgens.
No momento em que aqueles outros olhos pousaram neles, a luz de um mundo inteiro entrou por suas pupilas escuras, rasgando, deflorando, desvirginando, arrebatando com uma delicadeza que de tão tamanha doía, com uma força que de tão macia constrangia, com uma vontade que de tão aguardada grudava.
*
Seus olhos não sangraram. Mas deságuam até hoje - extenuados. Entorpecidos. Desejosos.
Domingo, Fevereiro 02, 2003
Terry e Silêncio, estou tentando entrar no blogue de vocês mas parece que não consigo acessar nenhum "blogger.com.br"
;-(
Só pra dizer que estou com saudades dos seus textos.
Sounds, coloca o banner aí em cima pra mim, vai? Tá tão lindo aquilo ali, e é tão a cara do cantinho, nénão?
Beijos em todos,
Ale